Detalhe elegante (terça - 20/05/08 - 14h48)

Fachada da estação ferroviária Gare du Nord, em Paris
Música do dia (terça - 20/05/08 - 14h47)
Da cepa dos Rolling Stones, Take Me to The River é um clássico do mundo do rock. Entre as muitas gravações e versões que Take Me to The River faturou ao longo dos anos, nas mais diferentes vozes, uma delas merece destaque. A gravada ao vivo por ninguém menos que Al Green, B.B. King, Lenny Kravitz e Sheryl Crowl.

Foi pelo talento incontestável de cada um dos citados que escolhi Take Me to The River como a música do dia.
Clique no link localizado no topo da coluna à direita e ouça Take Me to The River, nas vozes de Al Green, B.B. King, Lenny Kravitz e Sheryl Crowl.
Pára tudo! (terça - 20/05/08 - 14h46)
A reforma das calçadas da Avenida Paulista, uma das mais importantes vias do País, passará por um duro teste no próximo final de semana. A realização da Parada Gay no domingo, 25 de maio, obrigou a prefeitura de São Paulo a suspender as obras.

Só na segunda-feira, um dos mais complicados dias da semana, é que o paulistano verá o tamanho do estrago.
É bom lembrar que se materiais utilizados na reforma forem deixados ao longo da avenida, a Paulista se transformará em uma possível praça de guerra.
O correto seria transferir a Parada Gay para outro local, mas isso traria dividendos político-eleitorais negativos. E os votos da comunidade GLS não podem ser desprezados.
O tempo passou (terça - 20/05/08 - 14h43)
Em tese, uma sociedade tem como pilares os valores e os costumes. Ao longo dos anos, os valores vêm sendo corroídos pelos costumes. Tudo porque a sociedade tem adotado uma contínua liberalização dos costumes.
A maior prova disso está no uso do biquíni. Ainda proibido por lei por determinação do então presidente Jânio Quadros, o biquíni tem sido usado nas praias brasileiras de todas as formas.
Há inclusive aquelas que usam apenas a parte de baixo do biquíni. Mas isso é uma questão de peito.
Difícil de entender (terça - 20/05/08 - 14h42)
Há dias, o trabalho da imprensa na cobertura do caso Isabella Nardoni foi elogiado. Agora, como se novidade fosse, o trabalho da polícia e da Justiça é aprovado pela opinião pública.
Não se trata de duvidar da competência de ambas as instituições, mas de avaliar o grau de influência nas decisões que a sensacionalista cobertura da imprensa teve no caso.
É preciso lembrar que tanto a polícia quanto a Justiça são compostas por seres humanos. E errar também é humano.
Não tenho procuração para defender um lado e atacar outro, mas o caso em questão ainda continua no campo da estranheza.
E o ser humano é o mais sórdido dos animais.
Milagre novo (terça - 20/05/08 - 14h41)
Cientistas ingleses anunciaram estar próximos da conclusão de uma pesquisa sobre um medicamento que resgatará a libido de homens e mulheres, e que de quebra ajudará o usuário na perda de peso.
Isso mostra que o reinado do Viagra, a milagrosa pílula azul, pode estar no fim. O que mais preocupa é essa estranha combinação de resultados, que pode levar milhões de pessoas ao uso indiscriminado do medicamento.
Como citei dias atrás, perseguir um corpo perfeito já é uma quase irreversível doença. Até medicamentos anti-convulsivos estão sendo utilizados em regimes de emagrecimento.
Estou cansado (terça - 20/05/08 - 14h40)
Por força da profissão acompanho, pela televisão, o depoimento do assessor parlamentar André Fernandes à CPMI dos Cartões Corporativos. O assunto, como tem acontecido nas últimas semanas, é o tal Dossiê FHC.
O comportamento da maioria dos parlamentares é algo tão asqueroso, que perder a esperança é o mínimo que pode ocorrer com quem tem um mínimo de raciocínio lógico. O Brasil vive sob a égide de uma nada disfarçada ditadura socialista.
Ontem, durante a noite, conversava com um dileto amigo sobre a minha decisão de deixar lentamente o jornalismo político. É algo que começa a me incomodar de sobremaneira. Que interfere na minha maneira de pensar e que corrói algo que trago desde o nascimento. A esperança. Mas o tal amigo me fez refletir sobre o assunto.
Nesta terça-feira, por força da profissão, acompanho pela televisão o depoimento do assessor parlamentar André Fernandes à CPMI dos Cartões Corporativos. O assunto, como tem acontecido nas últimas semanas, é o tal Dossiê FHC.
Voltei a acreditar que a minha decisão, mesmo que ainda prematura, é a mais acertada. Escrever poesias me dá mais prazer, mas ainda não posso abandonar o Brasil.
É por isso que vou continuar em ritmo mais lento, mas com o mesmo peso na caneta. Até porque, não posso permitir tamanho prazer aos alarifes do meu País.
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