Forcinha extra (terça - 22/04/08 - 12h29)

Escultura instalada no parque Les Tuileries, em Paris
Música do dia (terça - 22/04/08 - 12h27)
A música do dia, Show and Tell, é uma homenagem ao cantor Al Wilson, falecido nesta segunda-feira na Califórnia, vítima de insuficiência renal.
Nascido no Mississipi, Al Wilson estreou no mundo da música aos 12 anos, liderando um quarteto voltado para músicas religiosas, além de participar de diversos coros de igreja.

Reconhecido cantor de soul music, Al Wilson chegou ao sucesso, em 1974, com a canção Show and Tell, mas sua primeira música, “The Snake”, foi lançada em 1968.
Clique no link localizado no topo da coluna à direita e ouça a balada romântica Show and Tell, com Al Wilson.
Todo cuidado é pouco (terça - 22/04/08 - 12h25)
A mais nova sandice no universo do culto à magreza é uma espécie de bomba-relógio. No circuito dos que lutam para manter a silhueta, o uso de anti-convulsivos é a saída para quem deseja perder os quilinhos a mais.
Segundo apurei com alguns usuários, o medicamento, receitado pelos médicos para evitar espasmos cerebrais, faz com que o paciente vá mais vezes ao banheiro.
Relato de uma leitora chega a ser assustador. “Em uma semana você seca”. Ora, emagrecer só tem uma saída. Fechar a boca e praticar exercícios.
O tal remédio vem sendo utilizado no combate à enxaqueca, mas até agora não há comprovação científica de que seja indicado para regimes de emagrecimento.
É certo que um medicamento que age no cérebro deve causar efeitos colaterais muito maiores do que seguidas dores de barriga. Enfim...
Pulga atrás da orelha (terça - 22/04/08 - 12h24)
Continuo sem entender o comportamento de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni. Minutos após o crime, Ana Carolina foi avisada pela madrasta do ocorrido. E a mãe chegou ao local antes da equipe de resgate. No mínimo estranho. Dias depois, Ana Carolina, a mãe, festejava o próprio aniversário com direito a bolo e “parabéns a você”. Também estranho.
Ontem, segunda-feira, Ana Carolina, a mãe, participou de culto religioso realizado pelo padre Marcelo Rossi no autódromo de Interlagos. Em dado momento, a mãe e os familiares de Isabella Nardoni foram chamados ao palco. Ora, esses momentos de pop star não combinam com alguém que está acometido por dor profunda.
Só falta Ana Carolina surgir nua em alguma revista masculina ou se candidatar a algum cargo eletivo.
Novo capítulo (terça - 22/04/08 - 12h22)
A entrevista exclusiva (sic) concedida ao Fantástico pelo casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá serviu para os advogados de defesa, uma vez que a opinião pública começa a se dividir em relação à culpa do pai e da madrasta da pequena Isabella.
Para os leigos, a emoção de encomenda que marcou a entrevista de certa forma funcionou. Mesmo já saturado, o assunto começa a ser tratado pela mídia de maneira menos contundente.
Mesmo avesso ao dominical programa Fantástico, acompanhei a tal entrevista apenas para fazer uma leitura corporal de ambos. Afinal, é assim que se detecta uma inverdade.
Alexandre Nardoni ficou o tempo todo longe do encosto do sofá e com o tronco pronunciado para frente, como se quisesse convencer alguém de algo.
Alexandre virou a cabeça para o lado direito repetidas vezes durante a entrevista, principalmente quando respondia às perguntas do entrevistador. O que mostra que muito do que foi dito pelo pai de Isabella pode não ser verdadeiro.
Anna Carolina Jatobá permaneceu aparentemente tranqüila durante as perguntas, sem que em nenhum momento tenha trocado um olhar ou gesto de carinho com o companheiro. O que denota que a madrasta não concordava com o discurso de Alexandre.
Outro detalhe chamou a atenção no comportamento corporal de Anna Carolina. Sua perna estava cruzada no sentido oposto de onde estava sentado o marido. O que também contribui para a tese de que ela não concorda com o discurso de Alexandre.
A novidade de que a pequena Isabella expressava o desejo de morar com o pai e a madrasta é uma estratégia montada de última hora, e que coloca no fosso da suspeição as investigações realizadas pela polícia, que, diga-se de passagem, incorreu num grave erro quando o local do crime não foi preservado.
Daí por diante, qualquer acusação pode ser contestada.
Maluco beleza (terça - 22/04/08 - 12h21)
Que de médico e louco, todos têm um pouco, já é sabido, mas há no mundo aqueles que abusam da própria loucura, muitas vezes acionada quando a obsessão pela fama extrapola os limites do bom senso.
Depois de uma tentativa bem sucedida, o padre paranaense Adelir De Carli, 41 anos, tentou realizar um novo vôo amalucado, puxado por mil bexigas carregadas de gás hélio.
O novo vôo do padre Adelir, previsto para durar 20 horas, pode ter terminado de maneira trágica. O último contato do religioso aconteceu no sábado, 19, a cinco quilômetros da ilha de São Francisco do Sul, em Santa Catarina.
Qualquer leigo sabe que bexigas, aquelas de festa de criança, perdem o gás que as sustentam no ar depois de algumas horas. É verdade que cada um dá o destino que quiser à própria vida, mas movimentar um aparato militar para buscar um padre tresloucado é demais.
Um helicóptero da Polícia Militar de Santa Catarina, duas embarcações da Marinha, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e outro do governo do Paraná participam das buscas ao padre Adelir De Carli.
Tudo financiado com o nosso suado dinheiro.
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