O Rio pede socorro (terça - 08/04/08 - 10h24)
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O amanhecer na Cidade Maravilhosa em foto do sempre competente Ricardo Zerrenner
Música do dia (quarta - 09/04/08 - 12h35)
Considerado como um clássico na inquestionável carreira de sucesso de Aretha Franklin, também conhecida com “The Queen of Soul”, I say a little pray for you, a música do dia, surge nesta edição numa interessante e não tão antiga versão gravada ao vivo.
Nas vozes de Natalie Cole – filha de Nat King Cole – e Whitney Houston, I say a little pray for you torna-se refém do jogo de vozes que ambas, Natalie e Whitney, levam os amantes da música ao delírio.
Com suas conhecidas “puxadas” do agudo, Whitney Houston empresta um pouco do estilo “dance music” à música que se transformou em mestre de cerimônias do mundo gospel.

Aretha Franklin, Whitney Houston e Natalie Cole dispensam maiores apresentações, até porque a carreira de cada uma delas fala por si só.
Clique no link localizado no topo da coluna à direita e ouça I say a little pray for you, com Whitney Houston e Natalie Cole, e tente resitir ao embalo dessa verdadeira prece musical.
Liberou geral (quarta - 09/04/08 - 12h28)
Engana-se quem pensa que na Cidade Maravilhosa apenas o mosquito da dengue é que vem causando terror.
Aproveitando o pânico causado pela epidemia da doença, os bandidos cariocas passaram a intensificar o roubo de carros e motos. Os criminosos têm preferência por motocicletas possantes, normalmente utilizadas em assaltos a bancos e assassinatos.
A Polícia Militar fluminense, responsável pelo patrulhamento local, admite não ter condições de coibir esse tipo de crime. Acontece que a ousadia dos bandidos chega aos extremos. Depois de utilizarem o veículo, ligam para o proprietário pedindo resgate.
Resumindo, a ineficiência do Estado conseguiu aniquilar uma obra-prima da natureza. Enfim, há quem ainda acredita em promessas feitas sobre palanques políticos.
Chame o ladrão! (quarta - 09/04/08 - 12h25)
Jamais os banqueiros ganharam tanto como agora. Desde a chegada de Luiz Inácio da Silva à presidência, os lucros dos bancos ganharam contornos estratosféricos.
Há quem pense que pode ser resultado de eficiência, mas basta olhar as taxas de juros e as tarifas cobradas para entender a mágica.
Em setembro de 2003, a taxa média de juros do cheque especial bateu na casa dos 8,5% ao mês. Neste mês de abril, a média é de 8,4%.
Mas há bancos cobrando quase 12% ao mês, caso do Banco Safra, cuja taxa de juros está em 11,79%. O que mostra que cheque especial é uma espada de harakiri.
Mesmo diante de números no mínimo criminosos, o Banco Santander mantém no ar a campanha publicitária de seu agora rebatizado cheque especial, que ganhou o nome de “cheque essencial”.
Resta saber para quem ele é essencial. Provavelmente para os banqueiros, cujos bolsos estão entupidos com o suado dinheiro do trabalhador.
Faces lenhosas (quarta - 09/04/08 - 12h22)
“Então eles não estavam fazendo uma rebelião, mas um investimento.” Eis a frase de autoria de Millôr Fernandes que abre a petição enviada ao ministro da Justiça, Tarso Genro, contra as milionárias indenizações a serem pagas aos cartunistas Ziraldo e Jaguar, criadores do Pasquim.
Ziraldo Alves Pinto, que esteve envolvido no escândalo do Festival de Humor de Foz do Iguaçu, receberá a bagatela de R$ 1.253.000,24, enquanto Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, o “Jaguar”, R$ 1.027.383,29.

Na petição “Repúdio às indenizações de Ziraldo e Jaguar”, que você assina clicando aqui, surgiu a primeira denúncia contra Ziraldo. Ex-presidente da Funarte no governo do maranhense José Sarney, Ziraldo foi demitido por excesso de notas de restaurantes, viagens e outras despesas consideradas desnecessárias.
Superintendente da Funarte, Maria Luiza “Lulu” Librandi denunciou o cartunista, o que ocasionou a demissão. Ziraldo chamou Lulu Librandi de “filha da puta” e considerou-a responsável pela morte de sue papagaio.
Processado, Ziraldo foi condenado a pagar R$ 50 mil de indenização a Lulu. Fugiu anos a fio dos Oficiais de Justiça, sendo que a primeira parcela só foi paga no começo deste ano mediante a iminência de um mandato de prisão. Clique e assine a petição contra as indenizações pagas a Ziraldo e Jaguar.
Virou festa (quarta - 09/04/08 - 12h16)
No rastro do que venho defendendo desde o início do caso da menina Isabella Nardoni, o Ministério Público paulista sugeriu que a imprensa tenha mais cuidado com o tema que comoveu e ainda comove o país.
As provas até aqui levantadas pela polícia ainda não apontam para um culpado, o que pode resultar em processo de milionária indenização caso a culpa do casal não fique comprovada.
Nessa fogueira de vaidades em que se transformou o convívio do Ministério Público com casos de grande visibilidade, ocorreu um desrespeito do MP em relação à Justiça, que determinou sigilo absoluto nas investigações da morte de Isabella.
Acontece que o promotor destacado para o caso se encantou com câmeras, holofotes e microfones, e o que deveria ser secreto agora é escancaradamente público. Com direito, inclusive, a previsões levianas por parte da imprensa.
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