Espetáculo da natureza (quarta - 02/04/08 - 11h15)
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Vulcão Kilauea, no Havaí, derrama lava sobre o oceano (Foto - Bruce Omori - EFE)
Música do dia (terça - 01/04/08 - 11h52)
Nascido em uma família russo-judaica e dono de uma voz rouca e marcante, Michael Bolotin, ou simplesmente Michael Bolton, conquistou ao longo da carreira os mais badalados prêmios do mundo da música: Grammy Awards e American Music Awards.

Com 53 milhões de discos vendidos, Bolton teve o seu primeiro contrato com uma gravadora aos quinze anos. Cantor e compositor, Michael Bolton é conhecido por diversos estilos musicais, como soft rock e baladas, além de ser um talentoso tenor.
Barbra Streisand, Kenny Rogers, Kenny G, Peabo Bryson e Patti LaBelle, entre tantos, t~em em seus respectivos repertórios músicas da autoria de Michael Bolton. Como cantor, Bolton já fez dupla com Plácido Domingo, Luciano Pavarotti, José Carreras, Céline Dion, Ray Charles e BB King.
Casado com a atriz Nicolette Sheridan (na foto), Michael Bolton comanda a fundação que leva o seu nome, que atende mulheres e crianças vítimas da pobreza e de abusos psíquicos, físicos e sexuais.
Sucesso absoluto na carreira de Ray Charles, Georgia on My Mind ganha uma roupagem diferente na voz de Michael Bolton.
Clique no link localizado no topo da coluna à direita e ouça Georgia on My Mind, com Michael Bolton.
Mãos ao alto (quarta - 02/04/08 - 11h05)
O Tribunal de Justiça de São Paulo considerou inconstitucional a lei municipal que proibia a utilização de portas giratórias nas agências bancárias da Paulicéia Desvairada. Para o desembargador que julgou o tema, a prefeitura paulistana não tem competência para legislar sobre temas nacionais. É o que traz nesta quarta-feira o jornal Folha de São Paulo.
Isso mostra não apenas a força do lobby dos bancos, mas como, por vias transversas, o setor interfere no Judiciário.
Deixando de lado a decisão judicial, é preciso entender que as tais portas giratórias não passam de mero um instrumento de constrangimento. Inocentes idosos são obrigados a deixar tudo o que tem do lado de fora, enquanto assaltantes entram com todos os armamentos possíveis.
Na verdade, se o equipamento de proteção serve para evitar assaltos, bom seria que a Justiça visse com esmerada atenção as tarifas cobradas pelos bancos.
Estas (tarifas) é que são verdadeiros assaltos consentidos pela lei e pelo Banco Central.
Falta do que fazer (quarta - 02/04/08 - 11h03)
Mesmo com atraso, comento a decisão da Justiça do Rio Grande do Sul de multar em R$ 500 mil a empresa Furação 2000 Produções Artísticas, responsável pela música “Um Tapinha Não Dói”. Segundo a magistratura gaúcha, a música banaliza a violência e patrocina a inferiorização da mulher.
A decisão foi tomada a partir da tese que a liberdade de expressão não é um direito absoluto, ou seja, ainda há um ranço de ditadura na nossa idolatrada Botocundia.
Com tantos assuntos mais sérios para serem considerados, a Justiça encontra tempo para temas menores.
Resta saber qual procedimento deve ter um cidadão que, no momento do rala-e-rola, for surprrendido por um pedido da companheira para uns tapinhas extras. Telefona para o juiz para uma consulta rápida ou corre o risco de ser multado?
Virou piada (quarta - 02/04/08 - 11h00)
A proliferação da dengue na Cidade Maravilhosa tem mostrado o caos em que se transformou a saúde pública no país. Para se ter uma idéia da extensão do problema, os hospitais de campanha montados pelo Exército na capital dos fluminenses também estão lotados.
Em todos os hospitais e unidades de saúde pública senhas estão sendo distribuídas aos pacientes, mas nem assim os que apresentam sintomas da doença estão sendo atendidos prontamente.
Fica aqui a pergunta: quem irá indenizar as vítimas da dengue? Não me refiro às indenizações devidas aos que perdem familiares por conta da doença, mas ao constrangimento e aos lucros cessantes de alguém infectado pelo Aedes Aegipty.
Fosse o Brasil um país sério, Lula, Sérgio Cabral e César Maia já estariam presos.
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