Pare e pense (quinta - 20/03/08 - 14h06)
Cristãos ou não devem aproveitar o momento da Páscoa para refletir. Ser coerente com a alma e o pensamento não exige fidelidade religiosa.
Na vida tudo é possível em termos de inovações, mas a coerência precisa ser valorosamente conservada. É por isso que aqui repito a mensagem da última segunda-feira (17/03), enviada pelo amigo Zé Nêumanne Pinto.
Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de sentir saudade, e tempo de esquecer; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de lamentar, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e t empo de afastar-se;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de jogar fora;
Tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de sofrer; tempo de guerra, e tempo de paz.
(Eclesíastes 3.1 a 8)
Só não se deve perder tempo.
O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
Uma excelente Páscoa a todos!
Circula na rede (quinta - 20/03/08 - 12h32)

Resumo da ópera: Os amigos nem sempre conseguem levantar você, mas fazem de tudo para não deixá-lo cair.
É brincadeira (quinta - 20/03/08 - 12h25)
Você vai achar que é piada, mas o vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, desembarcou de surpresa no Afeganistão na manhã desta quinta-feira.
De acordo com informações divulgadas pela Casa Branca, Cheney está no país para discutir o combate ao terror.
Presidente da empresa Halliburton até dias antes da primeira campanha presidencial de George W. Bush, Cheney foi um dos aguerridos defensores da invasão do Iraque. E por um motivo meramente capitalista.
A Halliburton dedica-se à exploração de petróleo e prestação de serviços ao setor, e foi contemplada com as mais importantes e rentáveis jazidas no Iraque, depois do sangrento e criminoso massacre seguido de invasão.
Traduzindo, Cheney discutindo combate ao terror é o mesmo que colocar uma raposa no galinheiro.
A natureza (quinta - 20/03/08 - 9h47)

Nem tudo é lama em Brasília
Música do dia (quinta - 20/03/08 - 9h44)
Nascido na terra da sétima arte, Los Angeles, em 27 de fevereiro de 1981, Joshua Winslow Groban é considerado como uma das mais talentosas revelações da música norte-americana. Com uma indicação para o Grammy no currículo, Josh Groban (este é o seu nome artístico) mistura a música clássica com o pop, cujo resultado tem arrebatado multidões.

Filho de pai judeu-americano (convertido para o Cristianismo) e de mãe norueguesa, o barítono Josh impressiona não apenas por sua voz firme e madura, mas pela jovialidade de um cantor que emociona aos mais ríspidos críticos da música.
Entre as tantas importantes estrelas da música mundial com quem dividiu o palco, Josh Groban já cantou com Sarah Brightman, Barbra Streisand, Celine Dion, Mireille Mathieu e Lara Fabian. Em sua curta carreira artística, o jovem Groban é presença quase que constante em shows e espetáculos beneficentes realizados nos Estados Unidos.
A poucos dias de completar 21 anos, em 2002, Josh Groban foi a estrela da cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Inverno, com a canção “The Prayer”. Em dezembro do mesmo ano, Josh repetiu a música durante o concerto do Prêmio Nobel da Paz, realizado em Oslo, na Noruega.
Com um cardápio musical irrepreensível, Josh Groban mostra todo o seu talento em Cinema Paradiso, canção que leva a assinatura do genial Ennio Morricone.
Quem já foi às lágrimas em Cinema Paradiso, não pode deixar de se emocionar com a música-tema do filme escrito e dirigido pelo italiano Giuseppe Tornatore, que na voz de Groban ganha suntuosidade.
Clique no link localizado no topo da coluna à direita e entregue-se a Cinema Paradiso, na voz de Josh Groban.
Parafuso solto (quinta - 20/03/08 - 9h36)
A hipocrisia que impera na terra do Tio Sam é de causar espanto. No momento em que diversas instituições financeiras vão à bancarrota em Wall Street, a reboque da crise gerada pelas hipotecas, e que a invasão do Iraque completa cinco anos, com 4 mil soldados yankees mortos, a mídia local deu excessivo destaque, mais uma vez, à garota de programa Ashley Dupré.
Considerando que nos EUA o lema é vencer ou vencer, não importando como, o fato de Ashley ter perdido a chance de faturar US$ 1 milhão foi a manchete desta quarta-feira.
Tudo porque a companheira de alcova de Eliot Spitzer, ex-governador de Nova York, participou, há anos, de uma gravação chinfrim, com direito a cenas de sexo explícito e exibição da genitália e do derriére.
E isso impediu-a de aceitar o convite de um desqualificado programa de TV, que pagaria a fortuna acima para que Ashley fizesse caras e bocas diante das câmeras.
Concordo que cada um faz o que quiser da própria vida, e os norte-americanos têm esse sacro direito, mas preocupa o fato de gente desse naipe querer mandar no mundo.
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