As energias do monge (quarta - 12/03/08 - 11h58)
Hoen, o meu amigo budista que é louco pelo Corinthians, acaba de mandar o pensamento para esta quarta-feira. A todos, Namastê! (O divino em mim saúda o divino em você).
É natural que o homem deseje estar na presença do Onipotente, para vê-LO e estar sempre com Ele, porque nas profundezas do coração humano está o anseio de alcançar o lugar de onde veio, de conseguir a alegria que perdeu e a glória que deixou escapar. O homem é Divino e, então, o que importa é o profundo chamado para o profundo, da parte ansiando pelo todo.
SATHYA SAI BABA
Das pistas às páginas (terça - 12/03/08 - 4h31)
Ainda neste mês chega às livrarias o livro “A Máquina – Michael Schumacher, o melhor de todos os tempos”.
Verdadeira declaração de amor ao esporte, feita por alguém que tem fixação pelo automobilismo, o livro é assinado pela competente jornalista Alicia Klein.
Especializada em jornalismo esportivo, Alícia faz uma precisa conexão entre um dos maiores ídolos da Fórmula 1 – em termos estatísticos é o maior – e o ser humano que, movido pela obstinação, conquistou sete título mundiais, 91 vitórias em Grandes Prêmios, mais de 150 pódios e de 1.300 pontos.

O livro de Alícia Klein relata a trajetória do alemão Michael Schumacher desde o nascimento em 1969 até a aposentadoria em 2006.
Corra, não como o alemão, porque “A Máquina – Michael Schumacher, o melhor de todos os tempos” é imperdível.
Música do dia (quarta - 12/03/08 - 3h59)
Considerado como um dos maiores pianistas do jazz de todos os tempos, o canadense Oscar Emmanuel Peterson estreou na música tocando trompete e piano. Somente após uma tuberculose é que Peterson optou definitivamente pelo piano.
A partir dos anos 50, o piano de Oscar Peterson emoldurou estrelas do jazz como Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Carmen McRae, Louis Armstrong, Lester Young, Count Basie, Charlie Parker, Quincy Jones, Stan Getz e Dizzy Gillespie, entre tantos outros.

Em 1993, o pianista foi vítima de um derrame que o deixou paralisado por dois anos. Depois de intenso tratamento, Oscar Petterson voltou a tocar, mas de maneira muito limitada.
Durante os mais de quarenta anos que teve o piano como companheiro diário, Oscar Petterson encantou, com ainda encanta, os apaixonados pelo jazz.
Vencedor de sete prêmios Grammy, Oscar Petterson morreu aos 82 anos, em 23 de dezembro de 2007, de insuficiência renal.
A música do dia, Come dance with me, exibe em todas as suas notas o talento incontestável e o swing de um dos grandes gênios da música mundial.
Clique no link localizado no topo da coluna à direita e curta Oscar Petterson tocando Come dance with me, que você certamente ouvirá mais de uma vez.
Começo a cansar (quarta - 12/03/08 - 3h58)
Quando estreei esta página, fiz questão de anunciar que deixar o jornalismo político não estava nos meus planos. Que a decisão caberia ao Criador. É o que está escrito na coluna à direita.
A intimidade que tenho com o Criador me permite sonhar com o momento em que a política, hoje um “ópio”, será um reles acessório no meu cotidiano.
Alguém há de perguntar as razões de tão rápida mudança. Na verdade, deixar o jornalismo político era um sonho impossível e longínquo, mas que de uns tempos para cá passei a acalentá-lo. Mesmo assim, continua na condição de sonho distante. Quer dizer, continuava distante.
Depois de acompanhar durante quase treze horas ininterruptas a tumultuada sessão do Senado, que começou às 14h33 de terça-feira e terminou às 3h10 de hoje, a distância entre o sonho e a realidade foi minimizada consideravelmente.
Como prometi que dificilmente comentaria sobre política neste espaço, apenas anuncio que começo a pensar no assunto. Quando isto ocorrerá, ainda não sei.
O fato é que viver de poesia é muito melhor do que se matar pela política.
Anteriores